Dermatologista explica quando a harmonização facial vira um transtorno

PorRedação

2 ago 2021
Foto: divulgação

A insatisfação com os resultados causados por procedimentos estéticos faciais começa a surgir, e até famosos optam por desfazer a harmonização facial


A Harmonização Facial é um dos procedimentos mais procurados atualmente. Somente em 2020, o Google Trends aponta aumento pela procura do termo em cerca 540% na internet. Em contrapartida, o número de pessoas insatisfeitas com os resultados também tem aumentado, e até famosos estão desfazendo o procedimento.

Segundo a médica especialista em Dermatologia Flávia Villela, a Harmonização Facial deve ser usada para a correção de pequenas imperfeições e insatisfações, porém o que vem acontecendo atualmente é uma padronização. Diante disso, surge um novo termo, a “desarmonização facial”, que se trata da retirada da harmonia do rosto.

“Hoje implantaram um padrão de que todo mundo tem que ter a mandíbula bem marcada, o queixo proeminente, o feito “top model look”, para poder passar o blush. Ficando todo mundo muito igual,” explica a médica.

Diante dessa padronização, a busca para desfazer os procedimentos começa a aparecer, até mesmo o cantor Lucas Lucco optou pela retirada da harmonização, já que não gostou do resultado.

Flávia Villela explica como reverter o tratamento. “Existe uma enzima que se chama hialuronidase, se você faz e não agrada, é só reverter. Ou ele se degrada, em média em um ano”.

Para a médica, a grande questão da desarmonização facial está na perda de identidade. “A pessoa perde um ponto interessante do rosto e acaba ficando tudo muito igual. Parece uma linha de produção, criando pessoas idênticas. Isso é muito ruim.”

Um dos motivos que levam a insatisfação é a ideia de se espelhar na aparência de outras pessoas, principalmente agora com as redes sociais. Desse modo, os resultados não são tão assertivos, tendo em vista os diferentes fatores necessários para um bom resultado.

Outro fator importante é a escolha do profissional, já que com a alta procura, muitos não estão completamente qualificados para realizar o procedimento. ‘É muito importante escolher um médico especializado na área, e que já tenha uma boa atuação no mercado”, finaliza Flávia Villela.

*Com informações da Assessoria de Imprensa.

Redação

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