Com aquecimento do mercado vegano, primeira franquia do gênero amplia faturamento

PorRedação

13 ago 2021
Chefs Celso e Michelle - Crédito Marco Brozzo

Gastronomia vegana impulsiona negócios e Açougue Vegano cresceu 70% em 2020


Pesquisa divulgada no início deste mês pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria — o antigo Ibope Inteligência aqui no Brasil), que foi encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) no início deste ano, revela que em todas as regiões do Brasil, independente da faixa etária, 46% dos brasileiros já deixam de comer carne por vontade própria ao menos uma vez na semana. Destes, 32% escolhem a opção vegana quando destacada pelo estabelecimento.

O consumidor brasileiro está se mostrando cada vez mais consciente em busca de opções saborosas e que façam bem ao planeta, por isso, estabelecimentos também precisam inovar nos cardápios e oferecer mais opções aos clientes.

Açougue Vegano, por exemplo, é a primeira rede de franquias genuinamente brasileira e criada com a proposta de atender o público vegano e pessoas que estão querendo reduzir o consumo de carne.

Criada no Rio de Janeiro, em 2016, a rede nasceu do encontro entre os amigos Celso Fortes e Michelle Rodriguez que, na época estudantes de gastronomia, começaram a criar receitas que fossem realmente saborosas e convencessem os paladares mais exigentes de que a carne não é assim tão essencial.

De acordo com os fundadores da rede, o diferencial está no preço e nas receitas que agradam veganos, vegetarianos e flexitarianos.

Atualmente, com seis lojas no eixo Rio-São Paulo e uma em João Pessoa (PB), a rede registrou um crescimento total de 70% em 2020 e 52% em pedidos de delivery, faturando cerca de R$ 1,4 milhão. 

Expansão de uma marca de sucesso

Entre os planos de expansão, além de levar o conceito do primeiro açougue sem proteína animal para todo o país, está uma nova frente de negócio, viabilizada sobretudo em 2020, com a entrada da marca de congelados premium em redes de supermercados, como St Marche e Casa Santa Luzia, em São Paulo, e na La Fruteria, no Rio de Janeiro.

A receita dos lanches e refeições servidas nas lojas e quiosques foram adaptadas e receberam uma embalagem para conquistar espaço com outras linhas de produtos. A famosa moqueca de banana da terra e a feijoada, um dos pratos mais vendidos da rede, além da coxinha de espinafre e de jaca, são protagonistas ao lado de outros produtos congelados. Soma-se ao portfólio, ainda, a kafta, a salsicha e a linguiça calabresa, todas veganas e prontas para serem preparadas em casa. 

Se em 2020, o isolamento social provocado pela pandemia fez muitas empresas repensarem suas frentes de negócios, para o Açougue Vegano, o trajeto já estava entreaberto. Além deste novo canal, somado a variedade da linha de produtos para venda cada vez maior, como o mais recente lançamento da rede, o cheddar de cenoura, e a mudança de hábitos do consumidor, que em casa precisou abastecer a geladeira, fez com que o Açougue Vegano crescesse 70% ao longo do ano passado, sobretudo impulsionado pelo delivery, que registrou no período um aumento de 52% em número de pedidos, incluindo as opções congeladas para compor a compra do mês.  

Sobre o Açougue Vegano

Criada no Rio de Janeiro em 2016, é a primeira rede de franquias de restaurantes veganos do Brasil. Nasceu do encontro entre os amigos Celso Fortes e Michelle Rodriguez que, na época estudantes de gastronomia, começaram a elaborar receitas que fossem realmente saborosas e convencessem os paladares mais exigentes de que a carne não é assim tão essencial.

Os amigos Celso Fortes e Michelle Rodriguez, idealizadores do Açougue Vegano. Foto: Marco Brozzo

As receitas impressionam até quem não abdicou do consumo da carne, que inclusive hoje representa 58% dos clientes da rede. Entre elas, a coxinha de jaca, premiada pela Sociedade Vegetariana Brasileira, o espetinho de soja, a feijoada vegana, a moqueca de banana da terra, além de uma linha de congelados para ser preparada em casa. Entrou para o franchising em 2019 e, atualmente, possui seis lojas no eixo Rio-São Paulo, e uma em João Pessoa (PB).

Fonte: Assessoria de Imprensa

Redação

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