Biomédica indica bioestimuladores de colágeno para melhorar autoestima de mulheres durante a pandemia

PorRedação

4 maio 2021
Drª Juliana Siruffo. Foto: divulgação

Profissional aponta que a pele, maior órgão do corpo humano, deve ser tratada para manter saúde física e mental


Palavras como autoestima, saúde mental, corpo saudável e reinvenção têm marcado a pandemia e a forma como as pessoas estão lidando com o home office e o lockdown. Diante disso, Juliana Siruffo, biomédica esteta, pós-graduada em biologia molecular e mestranda em genética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), explica o aumento repentino da busca por soluções que se encaixem na atual conjuntura do isolamento social.

Essa nova visão da realidade impactou os cuidados com a saúde, levando à procura por tratamentos estéticos que não valorizem apenas a beleza, mas principalmente a qualidade de vida e o bem estar. Além disso, a questão financeira também impacta em direção a tratamentos com resultados mais rápidos, indolores e minimamente invasivos, como os bioestimuladores de colágeno.

“A função dessa classe de procedimentos é repor os nutrientes perdidos (como colágeno e elastina) com o avanço da idade e induzir o organismo a produzir mais. Sendo assim, é possível atestar o viço, a hidratação e sustentação em resposta a essa produção em particular”, explica a biomédica.

Ao lado da boa forma física e da tonicidade muscular, o colágeno é uma das principais proteínas estruturais da pele, e a sua presença na composição corporal é sinal de jovialidade. Seu objetivo é proporcionar uma pele mais viçosa e com menos rugas. O maior órgão do corpo humano precisa sempre estar bem cuidado para evitar doenças, entre outros problemas. Isso é possível graças à aplicação de substâncias que ativam a produção de colágeno da pele, restaurando o volume e o contorno da face – os bioestimuladores.

Juliana Siruffo em seu consultório, no Rio de Janeiro. Foto: divulgação

Segundo a Dra. Juliana Siruffo, a grande vantagem é a facilidade e rapidez com que podem ser aplicados, no próprio consultório, sem anestesias injetáveis, permitindo que o paciente volte às atividades normais em poucas horas.

Fonte: Assessoria

Redação

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